terça-feira, 17 de maio de 2011

Neste domingo, Marina e SOSCódigoFlorestal


Tod@s acompanhamos os esforços e conquistas de Marina Silva e dos aliados políticos e movimentos socioambientais em defesa do Código Florestal Brasileiro. Entenda a questão e leia a análise técnica do relatório de Aldo Rebelo.

Também acompanhamos as notícias sobre os ataques infundados que Marina Silva sofreu na tentativa desesperada de Aldo Rebelo de desviar as atenções de si na Câmara dos Deputados. Leia sobre o assunto.

Certos de que ela é um exemplo de ética, cidadãos e cidadãs de todo o Brasil se mobilizaram em seu apoio na internet, twitter, blogs e redes sociais. Chegou a hora ir também às ruas.


Vamos mostrar que estamos com Marina Silva
na defesa do Código Florestal e de um Brasil justo e sustentável.


Para quem estiver em São Paulo no próximo domingo, dia 22 de maio, a Campanha Nacional da Coalizão “SOS Florestas: o Código Florestal em Perigo” promove ato em defesa das florestas, das áreas de preservação urbanas e rurais e da ética para com a qualidade de vida das atuais e futuras gerações.

A concentração começa às 9h na Marquise do Parque do Ibirapuera. Confirme sua presença na página do evento no Facebook. Venha com sua camiseta do MovMarina e traga seus cartazes, megafones, cataventos... Dá para baixar materiais de mobilização e fazer você mesmo. É só entrar aqui.

Quem não estiver em São Paulo, promova uma mobilização em sua região! Baixe dicas e os materiais de mobilização no site do SOS Florestas e mostre, com seus amigos, que o Código Florestal Brasileiro não pode ser queimado. Não se esqueça de registrar tudo com fotos e vídeo e colocar no site do Movimento.

Ao pessoal do agito no Parque do Ibirapuera, nos vemos lá!
Quando: Domingo, dia 22 de maio, às 9h
Onde: No Parque do Ibirapuera, em São Paulo



Visite Movimento Marina Silva em: http://www.movmarina.com.br/?xg_source=msg_mes_network

sábado, 14 de maio de 2011

RECRIAR – Ciclo de debates sobre os resíduos sólidos


O CECA - Centro de Educação e Cidadania Ambiental realiza nos dias 26 e 27 de maio o evento Recriar - Ciclo de debates sobre resíduos sólidos. O objetivo é debater os temas relacionados à Política Nacional de Resíduos Sólidos, que dispõe sobre a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, observada a seguinte ordem de prioridades: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. As palestras serão ministradas por representantes das principais entidades do setor, além de especialistas no assunto.

Data: 26 e 27 de maio de 2011.
Local: Auditório da OAB Santa Catarina.
Informações: (48) 4141 3901

Valor da inscrição
- Profissional: R$ 70,00
- Estudante: R$ 35,00

Formas de pagamento
- Depósito bancário;
- Pagamento no CECA;
- No local do evento (auditório OAB Santa Catarina)

Dados bancários para depósito
- Banco do Brasil
- Agência: 3544-0
- Conta Corrente: 98 287-3
*Os comprovantes de depósito feitos em conta deverão ser encaminhados via email para contato@projetoceca.com.br ou apresentados quando da chegada do participante no evento.

Formulário de inscrição, clique aqui!

(CECA, 10/05/2011)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

China enfrenta desertificação acelerada


Em Turpan, no noroeste do país, os sistemas tradicionais não conseguem mais atender à demanda de água

Sentado ao lado de seu pai no quintal de uma antiga casa tradicional uigure de tijolos ocre, Kalik comemora: “Nós conseguimos produzir 500 quilos de uva por dia”, diz. Essa produtividade é um milagre, considerando as condições climáticas às quais está submetida Turpan, oásis situado em pleno deserto, na região de Xinjiang, extremo noroeste da China. O solo é seco, muitas vezes arenoso. As chuvas não passam de 20 milímetros ao ano. Reportagem de Harold Thibault, em Le Monde.

O jovem sabe que deve sua produção, que sustenta toda sua família, ao canal que passa a alguns passos da propriedade e foi escavado quatro séculos atrás. É uma das artérias do karez, um sistema de irrigação que remonta a mais de dois milênios e que serviu de corda de segurança para esse oásis, funcionando como parada para as caravanas que tomavam a antiga Rota da Seda. Esses canais de irrigação, outrora chamados de “qanats”, se encontram em diversas regiões áridas da Ásia Central.

“A água é doce, ela provém diretamente da Tian Shan”, explica Kalik, evocando as Montanhas Celestiais, a cordilheira que atravessa a região a quilômetros de Turpan. A rede de canais subterrâneos permite que a água das montanhas chegue até essa depressão, ao mesmo tempo em que evitam a evaporação nessa zona onde a temperatura pode chegar a 50 graus Celsius durante os meses de verão.

Na frente da casa ainda florescem cerejeiras, mas o milagre tem sido colocado duramente à prova há alguns anos. A algumas ruas de lá, os trabalhadores migrantes se empenham nos canteiros de obras de concreto, que aos poucos vão tomando conta dos antigos bairros tradicionais. O sistema de irrigação acompanha com dificuldades o ritmo de crescimento. Turpan não escapa da urbanização maciça e da superexploração dos recursos naturais. Para uma cidade chinesa, ela continua tendo uma dimensão modesta, mas a população hoje ultrapassa os 600 mil habitantes, sendo que em 1949 ela possuía 67.300.

Nos lençóis freáticos

Se os habitantes conseguiram cultivar em pleno deserto uma uva que se tornou famosa em todo o país, foi graças aos 5 mil quilômetros de canais. Mas, superexplorados e mal cuidados, estes secaram. Somente 300 dos 1.237 karez registrados em 1957 ainda estão em funcionamento. O ecossistema que havia se organizado em torno deles está se degradando.

Ao mesmo tempo, a produção agrícola, principal fonte de atividade econômica em Turpan, decolou. A área a ser irrigada passou de 60 mil hectares em 1970 para 113 mil em 2008. Como os karez não fornecem mais água o suficiente para garantir os rendimentos e alimentar as habitações modernas, o vilarejo começou a retirar diretamente dos modestos lençóis freáticos.

Como consequência direta dessa decisão, seu nível tem baixado de 1,5 a 2 metros por ano, calcula o Banco Mundial. “Com o rápido crescimento econômico desses últimos anos, o consumo de água vem subindo e ultrapassa as quantidades disponíveis, levando a um uso excessivo dos lençóis”, observava a instituição em 2010.

“Nos cinco últimos anos, a água se tornou menos abundante, isso se vê particularmente em julho e agosto”, constata Liu Daohong, um trabalhador agrícola que chegou há dez anos da província central de Henan. Ele trabalha em um campo irrigado diretamente pelos lençóis freáticos. Assim como ele, muitos migrantes Han, a etnia maioritária na China, vieram se instalar em Turpan, atraídos pela possibilidade de encontrar um emprego no setor agrícola, nessa região onde a maioria da população pertence à etnia uigure.

A alguns quilômetros ao sul da cidade, a constatação é similar no “jardim botânico”, na verdade um laboratório de pesquisa no meio da natureza sobre a capacidade das plantas de resistirem em zona árida extrema e de servirem de barreira natural contra o avanço do deserto. “Há dez anos, nós podíamos encontrar água a 18 metros de profundidade, mas hoje é preciso perfurar entre 25 e 30 metros. Preferimos utilizar a água a uma profundidade de 156 metros, pois é menos salgada”, explica um professor da Academia de Ciências chinesa, especializada no combate à desertificação.

Ao se conscientizar sobre a ameaça que pesa sobre Turpan, a China deu início a grandes obras, cujo custo deverá ser de US$ 204 milhões (R$ 330 milhões). Três reservatórios serão construídos nas montanhas próximas, a fim de assegurar o abastecimento de água durante o ano, a um custo de US$ 142 milhões (R$ 230 milhões).

No papel, esses projetos apresentam o papel histórico dos karez. Mas as autoridades locais não parecem realmente convencidas do futuro desses canais: do total de somas liberadas, somente US$ 500 mil serão dedicados à recuperação de um único karez, um projeto apresentado como um experimento.

Tradução: Lana Lim

Reportagem [La Chine fait face à une désertification accélérée] de Le Monde, no UOL Notícias.

EcoDebate, 09/05/2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Aldo Rebelo e o Código do Desflorestamento


artigo de Wilmar da Rocha D’Angelis

O Deputado Aldo Rebelo (PCdoB) tem buscado, por todos os meios, explicar algumas inaceitáveis (e, talvez mesmo, inexplicáveis) concessões ao agronegócio, no que se refere ao novo Código Florestal, no que ele qualifica como “o equilíbrio possível”.

A argumentação de Rebelo é da mais pura retórica. Em primeiro lugar, quer nos fazer crer que todo o seu esforço é tão só e simplesmente por salvar da falência – que viria por conta das multas por transgressão do código florestal – a milhares de pequenos agricultores. O fato é que centenas de grandes e poderosos fazendeiros e empreendimentos de agro-negócio efetivamente se beneficiarão (em prejuízo do bem comum), mas o Deputado parece considerar isso um pequeno e desprezível efeito colateral.

O deputado também abusa da retórica quando sugere que alguém gostaria de enquadrar na legislação atual propriedades abertas ao tempo de Tomé de Souza. Alguém precisa avisar o deputado que, sendo o foco dos problemas ambientais no Brasil atual, sobretudo as terras de cerrado e da Amazônia, Tomé de Souza ou qualquer outro Governador Geral nada tem a dizer. Mas é importante para a argumentação de Rebelo misturar e confundir os fatos. Pelo mesmo motivo ele sugere que o reconhecimento, como Áreas de Preservação, das terras acima de 1.800 metros, inviabilizaria a ocupação dos altiplanos no Peru e na Bolívia. Só faltou, como máximo exagero, dizer que o melhor a fazer, para atender aos ambientalistas, é devolver o Brasil aos índios.

O outro foco da argumentação de Aldo Rebelo está na insistência de que “nenhum” país do mundo possui qualquer legislação que trate de Reserva Legal ou algo equivalente. Sequer a mata ciliar estaria legalmente protegida naqueles que ele referiu como “países ditos ‘civilizados’”. A pergunta, ora explícita, ora implícita, que o Deputado nos dirige é: por que nós temos que fazer isso, se os “concorrentes” (o termo é dele) dos nossos produtores não o fazem?

Não é preciso ouvir ou ler mais nada do que diz o Deputado para que se revele o que ele entende por “princípios” ou “códigos éticos” de conduta. O raciocínio dele, pobre, mas cristalino, é esse: se os outros não fazem, por que é que nós vamos fazer?

Como todos sabemos, esse é o raciocínio que justifica toda sonegação fiscal, toda corrupção, todo superfaturamento de obras, todo aumento absurdo de proventos de Parlamentares em todos os níveis. Em resumo: o raciocínio do tipo “se ninguém faz, por que nós vamos fazer?” é o argumento dos sem princípio.

O último tipo de argumento, também falacioso, do deputado comunista, sugere que a manutenção da exigência de um grande percentual da propriedade rural como reserva legal (na Amazônia, sobretudo) significa abrir mão de território, de solo, de subsolo e de recursos hídricos que, de outro jeito, estariam contribuindo para “elevar o padrão de vida material e espiritual” da população brasileira (as palavras entre aspas são do artigo do deputado no Estadão, em 30 de abril último). Será que o Deputado prestou atenção, há algumas décadas atrás, quando se propalava aos quatro ventos que o ouro e os minérios de Carajás pagariam nossa dívida externa? Será que o Deputado não sabe que a exploração do minério em Carajás, ao contrário, aumentou nossa dívida externa (pela construção de uma ferrovia e de um novo porto no Maranhão) e, ao final, a riqueza que continua sendo produzida lá não enriquece ao povo brasileiro, mas àqueles que já são ricos? Será que o deputado acredita, sinceramente, que as enormes plantações de soja que destroem floresta amazônica, áreas de pantanal e de cerrado, e comprometem nossos recursos hídricos, para produzir a alimentação do gado no 1º mundo, estão “elevando” nosso padrão de vida material e espiritual?

Será que o deputado acredita na teoria da conspiração que propala por aí, de que os países ricos “usam o meio ambiente para nos bloquear o acesso a uma vida melhor”? Será o Deputado Aldo Rebelo uma pessoa tão obtusa e de raciocínio tão confuso? Ou terá ele se tornado apenas mais um subserviente dos acordos com o agro-negócio, jogando no lixo as bandeiras históricas daqueles que construíram, no passado, alguns dos mais importantes partidos de esquerda no Brasil?

Há alguns anos o deputado Aldo Rebelo ganhou certa notoriedade ao tentar legislar sobre a língua portuguesa. Escreveu absurdos, fruto de uma péssima assessoria e do mau hábito de parlamentares de julgarem-se peritos em qualquer coisa. Na época, aliás, ninguém alertou ao Deputado Rebelo que em “nenhum país do mundo” se legisla sobre língua; ao menos, isso não acontece em países ditos “civilizados”. Lembrei-me, com alguma nostagia, daquela iniciativa ingênua do deputado. Se aprovada aquela sua lei anti-estrangeirismo (era disso que se tratava), ela seria inócua, isto é, não produziria efeitos sobre a realidade lingüística, como não produziu efeito a revogação da Lei da Gravidade, por aquele prefeito do interior, segundo uma antiga piada. Mas, se aprovada sua versão negociada do Código Florestal, o futuro condenará nossa geração por essa opção lesa-pátria. E ninguém, no futuro, nos concederá a desculpa da ingenuidade, muito menos para o Deputado Aldo Rebelo.

Registra a memória brasileira dos tempos da ditadura, que um dos generais ditadores do Brasil, indagado sobre o que achava de Chico Buarque, teria dito que gostava muito da “fase romântica” do compositor. Chamado a comentar a resposta do general, Chico Buarque teria respondido: “Também me agradava a fase romântica do General”.

Lembro dessa história aqui, para dizer que, apesar de ingênua e equivocada, lembro com alguma saudade da fase de “gramático” e “normatizador a língua” do Deputado Aldo Rebelo.

Wilmar da Rocha D’Angelis
Linguista e indigenista, é professor no Instituto de Estudos da Linguagem na Unicamp

Fonte

quarta-feira, 20 de abril de 2011

MOBILIZAÇÃO - CÓDIGO FLORESTAL



Dia 28/04 em Curitiba-PR na Praça Santos Andrade 16:00hs!

Assistam este vídeo!

http://www.youtube.com/watch?v=6cpHUkiRksU

domingo, 17 de abril de 2011

Testado em seres humanos

Flashmob em Quebec no Canadá.

-A cada ano, 671 milhões de quilos de plástico são produzidos no mundo.
-A cada ano, 400 milhões de garrafas e latas são ​​recicladas em Quebec.
-Existem 18 mil pedaços de plástico flutuando em cada 2 km de oceano.
-91% dos quebequenses se preocupam com o Meio Ambiente. E você?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Os danos dos agrotóxicos ao meio ambiente


Na última safra, as lavouras brasileiras bateram o recorde de uso de agrotóxicos. De acordo com informações do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindage), mais de um bilhão de litros de veneno foram usados na agricultura. Se confirmado o volume de vendas estimado em 2010 pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), esse recorde pode ser superado. A entidade estima um crescimento de até 8%, em relação ao período anterior.

O uso excessivo destas substâncias químicas está relacionado com o modelo agrícola brasileiro, que se sustenta no latifúndio, na monocultura, na produção altamente mecanizada para a produção em larga escala. Para sustentar essa lógica, empresas e produtores precisam usar sem qualquer controle os agrotóxicos.

Mas para onde vai este veneno? Grande parte dele vai parar nos alimentos à venda nos supermercados, nas feiras. Ou seja, vai parar na mesa da população e, depois, no estômago.

Um estudo realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) detectou no pimentão mais comum, vendido nos supermercados, substâncias tóxicas no patamar de 64% além da quantidade permitida. Na cenoura e na alface, foram encontrados 30% e 19% de agrotóxicos acima do recomendável pelo órgão do governo. Vale lembrar que a quantidade limite de agrotóxicos e produtos proibidos são diferentes para cada cultura, mas é certo afirmar que estamos comento produtos envenenados.

Além da contaminação dos alimentos, os agrotóxicos estão se dispersando no meio ambiente, seja na terra, água e até mesmo o ar. Muitos desses agrotóxicos comercializados no Brasil, inclusive, formam banidos da União Europeia (UE).

Uma operação da Anvisa, que durou aproximadamente dez meses e visitou sete fábricas de agrotóxicos instaladas no Brasil, concluiu que seis delas desrespeitavam as regras sanitárias e tiveram as linhas de produções fechadas temporariamente. Entre as irregularidades encontradas, estão o uso de matéria-prima vencida e adulteração da fórmula.

Para a gerente de normatização da Anvisa, Letícia Silva, as irregularidades encontradas se tornam mais preocupantes, pois esses agentes químicos são comercializados e estão se espalhando pelo meio ambiente.

“É bastante assustador. Principalmente quando pensamos que a água que bebemos está contaminada. Há estudos que mostram que há resíduos de agrotóxico na água da chuva e no ar. Um estudo feito pela Universidade Federal do Mato Grosso constatou que há resíduos de agrotóxicos no ar respirado em escolas da zona rural e até mesmo urbana, de municípios que plantam soja. Está em xeque nossa possibilidade de decidir. Começa aparecer indícios que toda uma cadeia alimentar está contaminada, desde a água, o solo, até o ar.

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

EMERGENCIA - 07 DE ABRIL ATO PÚBLICO NACIONAL- MARCHA DO BRASIL EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL

Comps Verdes,


EMERGENCIA-CODIGO FLORESTAL-Manifestação contrária à aprovação do relatório Aldo para esta quinta (07/04),de manhã, na frente do Congresso Nacional.Concentração :07 horas no ExpoBrasilia (Parque da Cidade) e 09 horas (em frente ao Congresso Nacional).

HOJE a CNA-Confederação Nacional da Agricultura trouxe a Brasília 20 mil proprietários rurais para pressionar pela aprovação imediata do relatório Aldo Rebelo para o Código Florestal. Esse movimento faz parte da estratégia de boicotar a Câmara de Negociação que foi criada com a participação da sociedade civil pelo Presidente da Cãmara dos Deputados e aprovar o relatório do jeito que está ou pior (temos informações fidedignas de que vai piorar bastante).

Muito bem, para que essa história não tenha apenas um lado, teremos uma Manifestação contrária à aprovação do relatório Aldo para esta quinta (07/04),no Congresso Nacional.Será um evento unificado entre socioambientalistas e organizações da agricultura camponesa (Via Campesina e FETRAF), muito importante para dizer também que as propostas retrógadas da CONTAG não representam o conjunto da agricultura familiar. Estão participando da organização o MPA, MMC, MST, FETRAF, MAB,SOS CLIMA TERRA,ISA, Greenpeace.

O evento foi possível porque a Via Campesina já havia planejado fazer um ato nesse dia, em BSB, no âmbito da campanha nacional contra agrotóxicos que eles estão puxando.Acabamos conseguindo introduzir nesse planejamento a questão do Código Florestal, que acabou tomando o lugar principal, pela urgência da questão. Nesse semana a Via Campesina vai apresentar suas propsotas para as alterações na lei (seria na semana passada, mas em função da morte do José Alencar foi adiado).


O combinado com o presidente da Câmara dos Deputados é de que Câmara de Negociação que foi criada com a participação da sociedade civil rediscutisse o relatório do Aldo Rebelo fazendo as correções necessárias,no tempo necessário ,E SÓ AÍ E QUE IRIA A VOTAÇÃO!AGORA OS RURALISTAS QUEREM TRAIR ESTE ACORDO,INTIMIDAR O PARLAMENTO BRASILEIRO E FAZER A VOTAÇÃO A FORÇA IMEDIATAMENTE!!!

ISTO É EMERGENCIA TOTAL!!! ESPERAMOS VOCÊ,AGORA É A HORA!!!

Reproduzido daqui!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Vegetarianismo, muito além do alface e tomate



Matéria exibida na Rede TV em 09/10/2010 sobre vegetarianismo e o veganismo que são opções para quem escolheu não consumir carne animal, ou qualquer produto desta origem. Atualmente, porém, vai muito além do "alface-tomate". Em São Paulo, por exemplo, existem opções deliciosas e restaurantes voltados só para esta dieta. Veja a opinião de nutricionistas, nutrólogos e de adeptos da dieta vegetariana e da vegana. E aprenda como se alimentar de maneira saudável com receitas que, além de ricas em nutrientes, são verdadeiras delícias!

Fonte: http://vista-se.com.br/redesocial/redetv-vegetarianismo-muito-alem-do-alface-...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

‘Qualquer pessoa pode viver toda vida sendo vegetariana’


‘Qualquer pessoa pode viver toda vida sendo vegetariana’, entrevista com o médico Julio Cesar Acosta Navarro


Nascido em Lima, Peru, Julio Cesar Acosta Navarro visitou o Brasil em 1996 e posteriormente naturalizou-se brasileiro em 2001. Possui graduação em Medicina Humana pela Universidad Nacional Federico Villarreal, de Lima, Peru, especialização em Cardiologia Clinica pela Universidade Mayor de San Marcos, de Lima, fez sub-especialização em Cardiopatias Congênitas no Instituto Dante Pazzanesse de Cardiologia e no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, obteve títulos de especialista nas áreas de Cardiologia Clínica, pela Sociedade Brasileira de Cardiologia-SBC, Medicina Intensiva, pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira-AMIB, Nutrologia, pela Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica-SBNEP e Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica-SBCM. Tem doutorado em Cardiologia pelo Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. De 2001 a 2007 trabalhou como chefe da Unidade de Terapia Intensiva e Cardiologista Clínica do Serviço de Transplante de Fígado do Hospital das Clínicas de São Paulo. Atualmente é médico assistente do Setor de Emergências Clínicas do Instituto do Coração do Hospital das Clinicas.

Confira a entrevista.
IHU On-Line – Quais são as bases científicas do vegetarianismo?

Julio Cesar Acosta Navarro – Nós podemos considerar os estudos realizados em diferentes partes do mundo utilizando a metodologia atual científica em populações, seja pequenas ou maiores, que têm uma alimentação vegetariana. Esses estudos avaliam diversos parâmetros clínicos da saúdes destas populações vegetarianas e são comparados com os mesmos parâmetros clínicos de uma população que não é vegetariana, que é onívora, que consome carne regularmente. Estes estudos se intensificaram a partir da década de 1990, e começaram a mostrar resultados muito interessantes nesse aspecto. Foram publicados em revistas científicas médicas, que são indexadas pelos sistemas internacionais e eu posso considerar que as bases científicas do vegetarianismo se sustentam principalmente nesse ciclo de trabalho. Porque o vegetarianismo é um termo muito mais amplo, que envolve aspectos de índole filosófica, religiosa e atualmente até ambiental.

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