quinta-feira, 15 de maio de 2008

Seca em Barcelona leva governo a importar água


A seca que afeta a Espanha levou o governo de Barcelona a importar água para abastecer a população de 3,2 milhões de habitantes da cidade.

O primeiro navio-cisterna, carregado com 19 milhões de litros de água potável, chegou à cidade na terça-feira.

O volume é suficiente para o consumo diário de 170 mil pessoas. Por isso, o governo já contratou outras 63 viagens.

O consumo diário em Barcelona é calculado em 293 milhões de litros por dia. Com as reservas municipais abaixo de 25%, a solução foi apelar para a água alheia.

A água sai do Rio Ebro, da cidade vizinha de Tarragona. Mas haverá retiradas também de Almería (no sul do país) e da fronteiriça Marselha (no sul da França), pagas pelo governo nacional até agosto.

Segundo o governo, serão gastos 22 milhões de euros (cerca de R$ 57 milhões) por mês no transporte de água.

Antes de chegar aos consumidores, a água passa por quatro controles sanitários.

BBC Brasil.

Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare)


O portal do Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) está oferencendo uma série de livros para download gratuito. As obras trazem dicas e ensinamentos imnportantes para construções com consciência ambiental. São contempladas áreas como construção sustentável, resíduos, planejamento de canteiros, avaliação pós-ocupação, inovação e gestão da qualidade e produtividade, normalização e certificação.

Segundo o programa, as publicações sistematizam conteúdo produzido a partir de pesquisas e são organizadas em três edições: a Coletânea Habitare, a Série Coleções e a de Recomendações Técnicas. A informação é da agência Fapesp.

O acesso livre e integral a todas as obras está disponível no site.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Marina Silva pede demissão e leva junto a credibilidade ambiental do governo Lula


Ministra do Meio Ambiente saiu sob pressão do agronegócio e dos defensores do crescimento a qualquer custo. Seu substituto já foi anunciado: Carlos Minc, atual secretário de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro.

Pressionada por setores do agronegócio, governadores de estado e políticos da bancada ruralista, a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, entregou nesta terça-feira sua carta de demissão ao presidente Lula, de caráter irrevogável. Era a última pessoa no governo a defender o meio ambiente e uma política de desenvolvimento sustentável. Com sua saída, a ala do crescimento a qualquer preço, capitaneada pela ministra Dilma Roussef, venceu o cabo-de-guerra contra aqueles que buscavam conciliar desenvolvimento com sustentabilidade.

O novo ministro do Meio Ambiente já foi anunciado: Carlos Minc, secretário de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro e deputado estadual do PT-RJ.

Marina Silva caiu porque não suportou as pressões para que fossem revistas medidas de combate ao desmatamento e de punição a quem destrói a floresta amazônica recentemente anunciadas pelo governo federal, como a determinação para que os bancos (oficiais e privados) só concedessem créditos a proprietários de terras que não desmatassem e regularizassem suas terras no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Políticos da região amazônica, como o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, e pesos-pesados do agronegócio vinham exigindo do governo uma posição mais favorável ao setor, o que provocou constantes choques com o Ministério do Meio Ambiente.

"O pedido de demissão da ministra Marina comprova o descaso do governo Lula com a causa ambiental e também com a proteção da Amazônia", afirma Paulo Adario, diretor da campanha de Amazônia do Greenpeace. Segundo ele, Marina sai e leva junto a toda a credibilidade que tinha transferido para o governo Lula nos últimos cinco anos.

"Ela vai embora e leva junto essa roupa de credibilidade ambiental, deixando o rei Lula completamente nu", critica Adario.

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Cultura sem Valor


É sabido e muito debatido que os valores culturais são a base do modo de vida de um povo. Porém, apesar de arraigados são passíveis de alteração. Pode demandar tempo, esforço e conhecimento, mas é possível. As contingências do mundo atual, em grande maioria, infelizmente e ainda, sustentam a exploração de outros animais. Todavia isto está sendo transformado significativamente, em larga escala e numa velocidade surpreendente; seja por uma despertar de consciência no qual o humano sente e compreende que a barbárie para com os outros animais é a mesma da praticada para com "os seus" e que não constrói, apenas aniquila, seja por necessidade de sobrevivência neste planeta já tão doente. A segunda motivação é lastimável mas de toda sorte, creiam, as mudanças estão ocorrendo.

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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Instituto Serrano na Festa Nacional da Maçã II


Entre os dias 30 de abril e 04 de maio de 2008 o ISCN se fez presente na Festa Nacional da Maçã, em São Joaquim, SC, apresentando seus programas e projetos em um stand com 100 m2, onde recebeu mais de 1600 visitantes. Uma amostra da Biblioteca Pe. Rambo foi montada e bastante procurada por jovens e adultos, que às vezes passavam horas entretidos com a leitura dos 150 livros e revistas disponibilizados. Além de banners contendo informações sobre os projetos, o ISCN apresentou um audiovisual, exposição de fotografias e amostra de moldes de pegadas de animais silvestres. As sacolas retornáveis e camisetas do Instituto Serrano foram atrativos à parte que fizeram sucesso.O stand foi decorado com móveis e cestaria de vime gentilmente cedidos por Artesanatos Dorroite, de Rio Rufino, e com frutas orgânicas da Econeve, de São Joaquim e Região. Além do público em geral, na Festa da Maçã o ISCN foi visitado pelas rainhas da festa e também pelas rainhas da Festa do Pinhão, que se realizará em Lages nos próximos dias, além de diversas autoridades e empresários de Santa Catarina. Veja o ábum de fotos da Festa Nacional da Maçã.

Fonte: Instituto Serrano de Conservação da Natureza

Recuperação do Taim (RS) após incêndio surpreende especialistas


Vai ficando para trás a imagem de desolação causada pelo fogo extinto em 2 de fevereiro

Da terra arrasada há três meses e meio, despontam plantas que já atingem entre 47cm e 1m29cm de altura. Aos poucos, os animais começam a retornar.

Vai ficando para trás a imagem de desolação causada pelo incêndio que, entre 28 de janeiro e 2 de fevereiro, devastou 4.764 hectares da Estação Ecológica do Taim. A rápida regeneração surpreende especialistas.

Da área atingida, uma parcela de 60 metros é usada como laboratório para acompanhar a renovação do ecossistema. Ela é analisada pela administração da estação, com a ajuda do estudante de Ciências Biológicas da Universidade Católica de Pelotas Antônio Maria de Ávila Campelo.

A medição da altura das plantas nascidas no território é feita com a ajuda da metodologia científica "Blaun Blanquet". Com a altura em que se encontram, as dezenas de espécies da flora são consideradas em pleno processo de regeneração.

O mesmo não se pode dizer do solo, ainda pouco encharcado, por causa da estiagem e pela alta temperatura. Apesar da ausência da lâmina de água habitual, a quantidade de material orgânico acumulada - proveniente de cinzas de organismos queimados - associada aos fortes ventos da região, ajudam na recuperação.

Exemplares da fauna também começam a se reaproximar, apesar de não estarem se fixando de vez em seus hábitats originais. Embora altas, as plantas ainda não têm densidade suficiente para abrigá-los e alimentá-los.

Hoje, o que se vê na área queimada são os chamados animais oportunistas, que buscam o banhado para caçar ou se proteger. É o caso de cardeais, chupins, chimangos, andorinhas, anus-brancos e gaviões-caramujeiros, além de espécies de rãs, aranhas, insetos e moluscos.

As populações jovens de certas espécies de vertebrados foram as mais atingidas, pois não estavam preparadas para acompanhar os adultos em grandes deslocamentos. Os invertebrados foram quase todos afetados, como formigas, grilos, gafanhotos.

Mais otimista, o administrador da estação, Amauri de Sena Motta, estima que até o final do ano haja uma completa cicatrização da área queimada.

ZERO HORA

domingo, 11 de maio de 2008

"Orgânicos são bom para a saúde e para o planeta"


Entrevista com Marcos Palmeira: "Orgânicos são bom para a saúde e para o planeta"

Marcos Palmeira é fã de carteirinha de produtos orgânicos e há anos que só consome o que for plantado e colhido segundo os mandamentos da agroecologia. Quando comprou uma pequena fazenda na região serrana do Rio de Janeiro, há mais de 10 anos, não tinha a menor idéia do que era tudo isso, mas aos poucos foi se deixando seduzir. "Descobri o mundo maravilhoso da sustentabilidade", diz o ator, que hoje produz quase 60 itens, entre verduras, legumes, frutas e laticínios. "Consumindo produtos orgânicos, você não só esta fazendo bem para a sua saúde como também ajuda na preservação do planeta e na fixação do homem no campo. É um produto ético - e ética é coisa rara hoje em dia." Confira a entrevista que Marcos Palmeira concedeu para a Revista do Greenpeace.


A agroecologia é viável em larga escala ou se resume à pequena produção? Por que?
R - A agroecologia é viável em qualquer tamanho de propriedade. Ela pode perfeitamente ser feita em larga escala. Se não fosse assim, o Brasil não seria o maior produtor de açúcar orgânico do mundo, de suco de laranja, e por aí vai... A agroecologia não depende de espaço, depende do entendimento do proprietário sobre os benefícios que a sua propriedade a partir do momento que adota esse sistema, além da certeza de que sua terra será produtiva para o resto da vida!

Leia a entrevista completa aqui!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Filhote de onça é encontrado em São Carlos


Animal de 1,4 kg foi localizado em estrada e passa bem.
Ele recebe tratamento especial em zoológico do interior.


Um filhote de onça sussuarana de 1,4 kg foi encontrado na última segunda-feira (5) em uma estrada de São Carlos, a 231 km de São Paulo. O animal foi levado para o Bosque Zoológico Fábio Barreto, em Ribeirão Preto, a 314 km da capital.

De acordo com o biólogo Pedro Favaretto, o animal passou por uma avaliação veterinária, que concluiu que ele está bem. "[O filhote] está recolhido na maternidade, não exposto à visitação, fica em aquecimento 24 horas e recebe leite especial para felinos", disse.

Fonte: Portal G1

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Do lado dos bichos


A LÍDER DOS PRETENDERS DEFENDE OS ANIMAIS COM UNHAS E DENTES

A norte-americana Chrissie Hynde tornou-se mundialmente conhecida como autora, vocalista, guitarrista e líder da banda de rock britânica The Pretenders, uma das principais dos anos 80 e mesmo de toda a história do rock - nesse universo tem lugar pra todo mundo, até para os que merecem. Mas agora ela também é famosa por lutar em defesa dos direitos dos animais e do vegetarianismo.

Com 25 anos de estrada e dez álbuns, Chrissie acredita que o rock'n'roll pode fazer muito mais do que apenas alimentar a bilionária indústria do entretenimento. Ela é militante, filiada ao Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais), respeitada organização internacional, e não perde uma oportunidade de colocar a roqueira a serviço da outra. "Sempre dou um jeito de espalhar meus ideais nos países onde faço shows", diz ela.

"Minha missão aqui na Terra é, antes de tudo, promover o vegetarianismo como saída para a salvação da economia e da saúde.

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Campanha recolhe óleo usado


A multinacional produtora de biocombustíveis Comanche Clean Energy está lançando uma campanha para coleta de óleo doméstico e industrial usado. com o nome de "Doe Óleo" a iniciativa pretende evitar que resíduos sejam mal descartados, contaminando o meio ambiente.

O óleo, que poderia ser jogado no esgoto, vai ser utilizado na produção de combustíveis limpos e renováveis. O vice-presidente de Novos Negócios do grupo Comanche ressalta que todos saem ganhando: a empresa, que vai utilizar o óleo na fabricação do produto que comercializa, os doadores, que terão maior facilidade no descarte de um produto altamente poluente e, claro, a natureza, que deixará de ser contaminada.

A coleta do óleo já está em funcionamento na região metropolitana de Salvador, na Bahia. Em breve, o serviço de coleta será estendido para todo o país. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 723 1180 ou pelo e-mail doeoleo@comanche.com.br.