
Dia 28/04 em Curitiba-PR na Praça Santos Andrade 16:00hs!
Assistam este vídeo!
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Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência. [...]Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto." Chefe Seatle.
Na última safra, as lavouras brasileiras bateram o recorde de uso de agrotóxicos. De acordo com informações do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindage), mais de um bilhão de litros de veneno foram usados na agricultura. Se confirmado o volume de vendas estimado em 2010 pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), esse recorde pode ser superado. A entidade estima um crescimento de até 8%, em relação ao período anterior.
O uso excessivo destas substâncias químicas está relacionado com o modelo agrícola brasileiro, que se sustenta no latifúndio, na monocultura, na produção altamente mecanizada para a produção em larga escala. Para sustentar essa lógica, empresas e produtores precisam usar sem qualquer controle os agrotóxicos.
Mas para onde vai este veneno? Grande parte dele vai parar nos alimentos à venda nos supermercados, nas feiras. Ou seja, vai parar na mesa da população e, depois, no estômago.
Um estudo realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) detectou no pimentão mais comum, vendido nos supermercados, substâncias tóxicas no patamar de 64% além da quantidade permitida. Na cenoura e na alface, foram encontrados 30% e 19% de agrotóxicos acima do recomendável pelo órgão do governo. Vale lembrar que a quantidade limite de agrotóxicos e produtos proibidos são diferentes para cada cultura, mas é certo afirmar que estamos comento produtos envenenados.
Além da contaminação dos alimentos, os agrotóxicos estão se dispersando no meio ambiente, seja na terra, água e até mesmo o ar. Muitos desses agrotóxicos comercializados no Brasil, inclusive, formam banidos da União Europeia (UE).
Uma operação da Anvisa, que durou aproximadamente dez meses e visitou sete fábricas de agrotóxicos instaladas no Brasil, concluiu que seis delas desrespeitavam as regras sanitárias e tiveram as linhas de produções fechadas temporariamente. Entre as irregularidades encontradas, estão o uso de matéria-prima vencida e adulteração da fórmula.
Para a gerente de normatização da Anvisa, Letícia Silva, as irregularidades encontradas se tornam mais preocupantes, pois esses agentes químicos são comercializados e estão se espalhando pelo meio ambiente.
“É bastante assustador. Principalmente quando pensamos que a água que bebemos está contaminada. Há estudos que mostram que há resíduos de agrotóxico na água da chuva e no ar. Um estudo feito pela Universidade Federal do Mato Grosso constatou que há resíduos de agrotóxicos no ar respirado em escolas da zona rural e até mesmo urbana, de municípios que plantam soja. Está em xeque nossa possibilidade de decidir. Começa aparecer indícios que toda uma cadeia alimentar está contaminada, desde a água, o solo, até o ar.
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Comps Verdes,
HOJE a CNA-Confederação Nacional da Agricultura trouxe a Brasília 20 mil proprietários rurais para pressionar pela aprovação imediata do relatório Aldo Rebelo para o Código Florestal. Esse movimento faz parte da estratégia de boicotar a Câmara de Negociação que foi criada com a participação da sociedade civil pelo Presidente da Cãmara dos Deputados e aprovar o relatório do jeito que está ou pior (temos informações fidedignas de que vai piorar bastante).
Muito bem, para que essa história não tenha apenas um lado, teremos uma Manifestação contrária à aprovação do relatório Aldo para esta quinta (07/04),no Congresso Nacional.Será um evento unificado entre socioambientalistas e organizações da agricultura camponesa (Via Campesina e FETRAF), muito importante para dizer também que as propostas retrógadas da CONTAG não representam o conjunto da agricultura familiar. Estão participando da organização o MPA, MMC, MST, FETRAF, MAB,SOS CLIMA TERRA,ISA, Greenpeace.
O evento foi possível porque a Via Campesina já havia planejado fazer um ato nesse dia, em BSB, no âmbito da campanha nacional contra agrotóxicos que eles estão puxando.Acabamos conseguindo introduzir nesse planejamento a questão do Código Florestal, que acabou tomando o lugar principal, pela urgência da questão. Nesse semana a Via Campesina vai apresentar suas propsotas para as alterações na lei (seria na semana passada, mas em função da morte do José Alencar foi adiado).
O combinado com o presidente da Câmara dos Deputados é de que Câmara de Negociação que foi criada com a participação da sociedade civil rediscutisse o relatório do Aldo Rebelo fazendo as correções necessárias,no tempo necessário ,E SÓ AÍ E QUE IRIA A VOTAÇÃO!AGORA OS RURALISTAS QUEREM TRAIR ESTE ACORDO,INTIMIDAR O PARLAMENTO BRASILEIRO E FAZER A VOTAÇÃO A FORÇA IMEDIATAMENTE!!!
ISTO É EMERGENCIA TOTAL!!! ESPERAMOS VOCÊ,AGORA É A HORA!!!
Reproduzido daqui!
Nascido em Lima, Peru, Julio Cesar Acosta Navarro visitou o Brasil em 1996 e posteriormente naturalizou-se brasileiro em 2001. Possui graduação em Medicina Humana pela Universidad Nacional Federico Villarreal, de Lima, Peru, especialização em Cardiologia Clinica pela Universidade Mayor de San Marcos, de Lima, fez sub-especialização em Cardiopatias Congênitas no Instituto Dante Pazzanesse de Cardiologia e no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, obteve títulos de especialista nas áreas de Cardiologia Clínica, pela Sociedade Brasileira de Cardiologia-SBC, Medicina Intensiva, pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira-AMIB, Nutrologia, pela Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica-SBNEP e Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica-SBCM. Tem doutorado em Cardiologia pelo Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. De 2001 a 2007 trabalhou como chefe da Unidade de Terapia Intensiva e Cardiologista Clínica do Serviço de Transplante de Fígado do Hospital das Clínicas de São Paulo. Atualmente é médico assistente do Setor de Emergências Clínicas do Instituto do Coração do Hospital das Clinicas.
Confira a entrevista.
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