domingo, 31 de maio de 2009

Os 12 princípios da inteligência espiritual


“Ecologia interior” não é para místicos e esotéricos. Os palestrantes da primeira mesa do II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, realizado em São Paulo no início deste mês, concordam que é preciso avançar nas questões sociais antes de se pensar em resolver os conflitos envolvendo meio ambiente. Respeito a diversidade, apelo à arte e as coisas belas e postura individual voltada pela paz: esse foi o tom das falas, mas um "eu" voltado à conexão com o universo.

Viagem? Muito inspiradora, na fala da física e filósofa americana Danah Zohar. Formada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, dá aulas sobre liderança em Oxford, na Inglaterra, e escreve livros sobre física quântica – alguns já publicados no Brasil. Deu uma “aula” estimulante não sobre ecologia, mas sobre inteligência espiritual – tão necessária para que a as ações pelo meio ambiente encontrem eco em toda a sociedade.

“Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa: precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países. Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também.

Acompanhe o que Danah expôs sobre os princípios da inteligência espiritual – e motive-se!

1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circunstâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica atual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”, lembra Danah.

2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida?
O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um ´presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.

3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.

4. Viva a compaixão. A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre. “O planeta é parte de mim - nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.

5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Como fazer isso? “Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”.avisa a filosofa.

6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações - e.viva o agora!

7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro.
“Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.

8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê!
Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.

9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial, destacou Danah. “Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas? “A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.

10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares.
Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.

11. Celebre a diversidade. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.

12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença. “Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama. Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.

Para terminar, um recado aos educomunicadores e educadores em geral: “eu chamo a todos para a revolução não-violenta, onde as novas tecnologias podem mudar o mundo, sim, e que é preciso acreditar que você pode fazer a diferença”.

Postado originalmente no blog Educom Verde.

Uma Verdade Inconveniente, parte 2



O ex-vice-presidente americano Al Gore anunciou, em seu blog, que vai lançar este ano mais um livro com o tema ambiental, Our Choice (Nossa Escolha), com previsão de chegar às livrarias em novembro. Espera-se que desta vez que ele possa admitir o inquestionável impacto avassalador que a pecuária tem causado no clima do planeta.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

“Os bois comerão a Amazônia em 20 anos”

Para economista Guilherme Dias, o modelo de produção agropecuária atual e a aprovação da medida provisória que regulariza terras griladas poderão devastar a Amazônia brasileira.



A abertura de pastagens na Amazônia é responsável por 78% do desmatamento na região. Parte desses pastos depois, se torna lavouras de soja, algodão ou outros grãos. Assim, a fronteira agropecuária do Brasil avança em direção à floresta amazônica. Segundo o economista e especialista em produção agropecuária Guilherme Leite da Silva Dias, se não barrarmos essa expansão e mudarmos o modelo de pecuária extensiva para a intensiva, em 20 anos, as florestas terão sido devastadas pelos bois. “Se deixar do jeito que está, os bois comerão a Amazônia em 20 anos e não há restrição de clima ou solo para isso”, diz.

Para Dias, se a medida provisória 458/09 for aprovada, ficará ainda mais difícil frear o desmatamento. A MP permite que a propriedade de terrenos de até 1500 hectares (15 km²) ocupados na Amazônia Legal seja transferida pela União sem licitação a quem os ocupou até 1º de dezembro de 2004. Dias considera essa medida uma nova “Lei de Terras”, como a que o Brasil teve em 1850 e legitimava o usucapião, ou a “posse pelo uso”, que daria legitimidade à grilagem. A MP foi aprovada pela Câmara na metade do mês de maio e espera agora aprovação do Senado.

O avanço da fronteira agrícola na Amazônia é motivada, principalmente, por dois fatores: a crescente demanda dos consumidores pelos produtos e o baixo preço das terras ilegais da floresta. Estima-se que, a cada dez anos, o consumo de carne bovina estimule um crescimento de 35% no setor pecuário.

Modelos de produção sustentável e intensiva ajudariam a diminuir a invasão das florestas nativas mas a sua adoção pelos produtores ainda é pequena. Dias afirma que a produção intensiva não é bem aceita por quem depende financeiramente do setor. Como concentra a produção e os serviços num espaço menor, ela exige uma cadeia menor entre produção e comércio e, por isso, gera menos renda e precisa de menos trabalhadores.

Apenas 10% das fazendas adotam a produção intensiva, mas essa minoria prova que ela é possível. A ONG Aliança da Terra, por exemplo, agrega mais de 60 produtores rurais que adotaram um modelo produtivo que respeita os recursos naturais ao mesmo tempo em que é economicamente viável.

Os fazendeiros da Aliança da Terra estão concentrados principalmente na região amazônica, na bacia do Rio Xingu e no noroeste de Mato Grosso. Eles adotaram o chamado “sistema de integração lavoura-pecuária”, que permite a alternância de produção de soja e pastagem de boi num mesmo ano. De novembro a fevereiro, a soja é plantada e colhida. Depois da colheita, durante a época de chuvas, sementes como as de agrião são plantadas para fornecer capim ao gado que se alimentará no local a partir de junho.

Segundo Marcos Reis, diretor da Aliança da Terra, esse sistema demanda uma manutenção do solo que não é complexo nem caro. É possível ter pastagens de gado com uma média de seis a oito bois por hectare, enquanto a média na Amazônia é entre 0,4 e 0,6 bois por hectare.

Reis é de uma família de ruralistas e acredita que hoje há uma nova geração de produtores que se preocupa com a terra e a região onde está e pensa no futuro dos recursos naturais. Por isso, para ele, o sistema intensivo tem muito potencial de expansão. “Não precisamos derrubar mais nenhuma árvore na Amazônia”, diz. Para que os bois não “comam” toda a floresta, como Guilherme Dias teme, é preciso que que os sistemas mais sustentáveis, como os que Aliança da Terra promove, ganhem espaço no setor agropecuário brasileiro.

Fonte: Época

O bem-estar animal começa a ganhar espaço

Países desenvolvidos ampliam medidas que evitam práticas de crueldade contra os bichos; no Brasil, o desrespeito à legislação já existente é um dos motivos que nos colocam abaixo das nações que mais respeitam os animais.


(Aves mantidas em gaiolas de bateria não têm espaço para se mover, apenas para comer e botar ovos)

A preocupação com as condições de vida dos animais está deixando de ser uma discussão isolada na Europa e nos Estados Unidos. Prova disso são as várias medidas que têm sido tomadas para combater práticas de crueldade contra os bichos. No Estado americano da Califórnia, uma proposta que sugeria mudanças na legislação sobre os direitos dos animais de fazenda foi aprovada com mais de 60% dos votos em um referendo no ano passado. A lei proíbe três formas de criação de animais excessivamente cruéis: as baias em que são mantidos filhotes para a produção de carne de vitela; o confinamento de porcas grávidas; e as gaiolas de bateria - espécie de prateleiras onde aves são amontoadas e enfileiradas em um espaço restrito para aumentar a quantidade de ovos. Continue lendo...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Energia nuclear pode ser a solução para o aquecimento global?



Considerado o maior ambientalista do mundo, o respeitado cientista britânico James Lovelock (que tem mais de 200 trabalhos científicos lançados sobre meio ambiente) defende a ideia de que a saída para o aquecimento global é a energia nuclear. A 50 anos ele criou o conceito de GAIA, que vê a terra como um organismo vivo que se auto-regula.

entrevista a
SILIO BOCCANERA

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dia da Mata Atlântica - Poucos motivos para comemorar


Redução do bioma é de quase 8%

Dados divulgados pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, revelam que de 2005 a 2008 foram desmatados pelo menos 102.938 hectares de cobertura florestal nativa, o equivalente a dois terços do tamanho da cidade de São Paulo.

A diretora de Gestão do Conhecimento e coordenadora do “Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica” pela SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota, alerta para a necessidade urgente de atuação efetiva do poder público para frear o desmatamento. “É uma questão de sobrevivência dos 112 milhões de habitantes do bioma proteger tudo o que resta de floresta original, por isso agora passaremos a divulgar os dados de dois em dois anos”, disse em entrevista coletiva online.

A média anual de desflorestamento nos dez estados avaliados é de 34.121 hectares, valor próximo ao identificado no período de 2000-2005, que foi de 34.965 hectares de desflorestamento/ano. Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia são considerados os estados mais críticos, seguidos do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo.

Foi realizado ainda um levantamento por municípios apontando quais regiões precisam de mais atenção e um ranking dos municípios com vegetação nativa da Mata Atlântica. Os dados podem ser acessados gratuitamente nos endereços: www.sosma.org.br e www.inpe.br.

Fonte: Ambiente Brasil

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ambientalistas que comem carne: uma contradição?


Não é preciso muito para chegar à conclusão de que, em termos de consumo de terra, água e energia, é de longe mais eficiente viver de plantas do que alimentarmo-nos dos cadáveres de animais que, por sua vez, tiveram que comer enormes quantidades de plantas para abastecer o seu próprio crescimento e desenvolvimento.

Estudos de veganos (dieta sem produtos animais), vegetarianos (comem leite e ovos), e omnívoros (que comem carne e peixe) demontraram já, sem sombra de dúvida, que os seres humanos, crianças incluídas, podem ser perfeitamente saudáveis sem comer carne.

A novidade é o crescente reconhecimento de que estamos a atingir os limites de capacidade dos recursos do nosso planeta, e a aceitação, por parte de entidades internacionais com autoridade, de que a razão principal desse fato é a crença geral - a nível mundial e ainda a aumentar - da necessidade de se comer carne.

O aquecimento global é cada vez mais aceito como o desafio do séc. XXI, e o mais recente relatório da FAO (Food and agriculture organization, ou seja Organização para a alimentação e agricultura), das Nações Unidas, intitulado "Livestock's long shadow" (A enorme sombra do gado), mostra, sem a menor dúvida, a importância da nossa escolha em termos alimentares no que se refere a este assunto:

"O setor da agro-pecuária é um dos dois ou três que mais contribui para os mais graves problemas ambientais, tanto a nível local como global.

O setor agropecuário (...) é responsável por 18 por cento das emissões de gases de efeito de estufa, medidos em equivalentes a dióxido de carbono (CO2). É uma percentagem mais alta do que os gases emitidos por meios de transporte.

A procura de carne e de alimento para os animais para abate tem originado a destruição de florestas e, como consequência, o aumento massivo das emissões de CO2.

Apesar das provas mais que evidentes de que é necessária uma mudança de hábitos, a maior parte destas organizações continua a achar que a carne vai estar sempre presente nas nossas vidas. Enquanto que reconhece o impacto negativo do consumo de carne no ambiente, a FAO estima que o consumo de leite e carne seja o dobro do atual em 2050.

Eles viram o problema, e a solução está à frente dos seus olhos, contudo parece que os líderes mundiais simplesmente não conseguem imaginar um futuro que não dependa dos produtos animais.

No entanto, se nós não conseguimos imaginar um futuro assim e dar imediatamente os passos para torná-lo realidade, então não teremos mesmo nenhum futuro. Se dermos o salto rapidamente ainda nós poderemos dar ao luxo de olhar para as gerações passadas do miradouro do único futuro viável - de onde um ambientalista que come carne será visto como um conceito tão absurdo como um esclavagista igualitário.

Renato Pichler
Presidente
União Vegetariana Europeia
www.euroveg.eu
president@euroveg.eu

http://www.euroveg.eu/lang/pt/news/press/20070605.php

escrito/traduzido por : sónia cruz / mateus mendes

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pela preservação da trilha Ratones-Costa da Lagoa


O nascer de um novo dia: Lagoa da Conceição vista da trilha ecológica, no alto do morro entre a Costa da Lagoa e Ratones. (Costa da Lagoa embaixo, Floresta do Rio Vermelho ao fundo, Ratones atrás.)

A trilha ecológica que liga os bairros de Ratones e Costa da Lagoa, e suas comunidades tradicionais, na Ilha de Santa Catarina (Florianópolis), está sendo ameaçada com a construção de uma estrada.

Essa trilha tradicional foi tombada (assegurada) como patrimônio histórico, e encontra-se em meio a uma área de preservação permanente (APP). Agora, com uma ação no Ministério Público Estadual, uma iniciativa privada quer reverter esse tombamento e transformar oficialmente a trilha em uma estrada.

Em meio a uma situação de especulação imobiliária e crescimento desordenado em Florianópolis, várias pessoas preocupadas com a manutenção desse ecossistema de Mata Atlântica, em particular representadas pelo Instituto Çarakura, e que antes já batalharam para o tombamento dessa trilha, agora buscam, em nome de um interesse coletivo maior, preservar as características dessa trilha, de acesso e passagem não-agressivos por esse recanto de natureza ainda preservado, tal como vem sendo usada por moradores tradicionais e amantes da natureza há décadas.

Como parte desse movimento coletivo, foi lançado um abaixo-assinado:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4287

“A Costa da Lagoa ainda é um dos recantos da Ilha que encontram-se preservados. A construção de uma estrada na trilha do Ratones-Costa terá grande impacto sobre esse patrimônio histórico e ambiental. Vamos nos mobilizar para que isso não ocorra!” (Gláucia de Oliveira Assis)

“Nós conversamos com os moradores locais. Há gerações eles moram na localidade e nunca precisaram de uma estrada. Não há sequer espaço para abrir uma estrada lá. O acesso terrestre conta com belíssimas ruelas de pedra feitas pelos escravos. Todo o transporte é feito de barco, esta é a vida deles, sempre foi e sempre vai ser. Abrir uma estrada serviria apenas para encher os bolsos de uns e outros, acabar com a belíssima natureza local e trazer transtornos para uma localidade tão pacífica, onde as crianças brincam nas ruas tranquilas o dia inteiro, sem medo de serem atropeladas, os adultos pescam e os idosos confraternizam em seus jogos de dominó. Deixem esta comunidade em paz.” (Flávio Ribeiro Tubino)

“O Lugar é tombado pelo Patrimônio Histórico! É lindo, não precisa de estrada lá, é ecossistema de Floresta Atlântica, é APP, não mudem essa área!!!”

“Querem reverter o tombamento de um bem público para privatizá-lo? É o cúmulo do egoísmo e da ignorância! A Natureza tem que estar acima da mesquinharia e da especulação. Já chega de depredação. Viva a preservação!” (Ricardo Levi)

“É imperativo manter santuários como este. Não sei a quem interessa destruir mais este patrimônio. Com certeza é algo escuso e pessoal....” (Mario Tarli)

“Esta estrada é de interesse apenas de pessoas que instalaram residência em ponto acima do início original da trilha, em área onde não devia haver moradias - área de preservação permanente -, e que "construíram" a estrada até a altura de suas casas, para transporte de materiais de construção e afins, derrubando árvores e retirando pedras conforme a sua conveniência particular.” (Manfred Molz)

“As pessoas procuram lugares paradisíacos para visitar, e quando encontram, querem destruir o que faz deles paradisíacos. Por interesse, por ganância, estamos matando o que temos de melhor na Ilha. O que eles querem? Transformar Floripa em São Paulo?” (Rodrigo)

Leia e participe do abaixo-assinado: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4287

Mais informações:

Andréia & Ney (Sítio Çarakura - Ratones)

Instituto Çarakura (48) 3266 8527 siguraju@yahoo.com.br


“É o tempo da travessia, e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos.” (Fernando Pessoa)


Mahesh
Florianópolis - SC - Brasil

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Meat The Truth - Uma Verdade Mais Que Inconveniente



Um documentário feito pelo "Partido dos Animais" da Holanda. É a resposta ao "An Inconvenient Truth" do Al Gore, que trata de algumas das causas do aquecimento global, poluição e males afins, mas deixa a questão da pecuária de lado (por motivos políticos). A pecuária é a maior responsável por essa devastação. Acha isso loucura? Assista! Conscientização só cresce!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

"Home - Nosso Planeta, Nossa Casa" estréia mundial em 5 de junho



Trailer de "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa". O documentário mostra que em algumas poucas décadas, a humanidade interferiu no equilíbrio estabelecido no planeta nos últimos quatro bilhões de anos, e que a humanidade teria somente dez anos para reverter essa situação. "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa" tem estréia mundial prevista para o dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente.